Obras de C.G. Jung


Aspectos do feminino

Aspectos do feminino oferece uma série de artigos e extratos dos escritos de Jung que transmitem suas visões sobre o feminino e sobre temas que são intrínsecos ou relacionados: casamento, eros, a mãe, a virgem/donzela e o conceito de anima/animus, que é uma característica central da teoria da estrutura da personalidade de Jung. Esta seleção de textos abordando as várias faces do feminino segundo a teoria psicológica de C.G. Jung constitui importante ferramenta para reflexão e aprofundamento do universo feminino e sua relação com o universo masculino em uma época em que os modelos tradicionais de virilidade e feminilidade se dissolvem e requerem uma nova atitude coletiva.

Aspectos do masculino

Em Aspectos do masculino Jung revela seus insights mais significativos sobre a natureza e as motivações da masculinidade, tanto consciente quanto inconsciente, e explica como isso afeta o desenvolvimento da personalidade. Oferecendo uma perspectiva única sobre o masculino, baseado em suas experiências pessoais e clínicas, Jung levanta questões que se revelam mais incontornáveis do que nunca. E oferece respostas que – surpreendendo, chocando ou edificando – nos desafiam a reexaminar nossa compreensão contemporânea da masculinidade.

História da psicologia moderna

Entre 1933 e 1941, C.G. Jung fez uma série de palestras públicas no Instituto Federal Suíço de Tecnologia (ETH) em Zurique. Foram palestras destinadas a um público geral que abordaram uma ampla gama de tópicos, desde a análise dos sonhos até a ioga. Neste livro encontram-se as palestras que tinham como tema a história da psicologia moderna, desde o Iluminismo até seu próprio tempo, proferidas por Jung. Os editores reconstruíram as palestras a partir de manuscritos, resumos e notas de taquigrafia dos participantes recentemente recuperadas.

O si mesmo oculto

No período posterior a Segunda Guerra Mundial, com o advento da Guerra Fria, a construção do muro de Berlim e a explosão da bomba de hidrogênio, Jung encontrou-se mais uma vez confrontado com um tempo dilacerado pelas imagens apocalípticas de uma destruição planetária, como se encontrara quando compôs o Liber Novus durante a Primeira Guerra Mundial. Articulando ali um elo direto entre o que ocorria no individuo e na sociedade em geral, ele argumentou que a unica solução para os acontecimentos aparentemente catastróficos no mundo era o individuo entrar em seu interior e resolver os aspectos individuais do conflito coletivo.

Sonhos

O sonho não é, de modo algum, uma mistura confusa de associações casuais e desprovidas de sentido, como geralmente se admite; também não é simples decorrência de estímulos somáticos surgidos durante o sono, como muitos acreditam; mas é um produto autônomo e muito importante da atividade psíquica e, como todas as outras funções psíquicas, passível de uma análise sistemática. As sensações orgânicas durante o sono não são a causa do sonho. Desempenham papel secundário e fornecem apenas os elementos constitutivos (o material) da atividade psíquica. Segundo Freud, o sonho é, como qualquer produto psíquico complexo, uma criação, uma obra que tem seus motivos, suas cadeias prévias de associações. Ele é, como uma ação refletida, o resultado de um processo lógico da disputa entre diferentes tendências, das quais uma alcançará a vitória. Como tudo o que fazemos, também os sonhos possuem um significado” (Extrato da obra)

Quatro Arquétipos

Uma existência psíquica só pode ser reconhecida pela presença de conteúdos capazes de serem conscientizados. Só podemos falar, portanto, de um inconsciente na medida em que comprovarmos os seus conteúdos. Os conteúdos do inconsciente pessoal são principalmente os complexos de tonalidade emocional, que constituem a intimidade pessoal da vida anímica. Os conteúdos do inconsciente coletivo, por outro lado, são chamados arquétipos. (Da obra)

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