Sobre o autor


Solimar Silva

Biografia:

Autora dos livros: Dinâmicas e jogos para aulas de idiomas; Oficina de escrita criativa: escrevendo em sala de aula e publicando na web; 50 Atitudes do professor de sucesso; Histórias para encantar e desenvolver valores; Avaliações mais criativas; Dinâmicas e jogos para aulas de língua portuguesa e Práticas de leitura: 150 ideias para despertar o interesse dos alunos, todos pela Editora Vozes. Além dos livros infantis Mamãe foi trabalhar e Quando meus pais separaram e livros de poesia e desenvolvimento pessoal.

* Solimar Silva é diretora da Aretê / Fastpass Idiomas, empresa de treinamento e desenvolvimento e curso de idiomas especializado no ensino de inglês para adultos que querem crescer profissionalmente. Já foi professora na UNIGRANRIO, nos cursos de Secretariado Executivo e Licenciaturas (Pedagogia, Letras, Educação Física e Biologia), tendo coordenado o curso de Letras por seis anos. É Doutora em Linguística Aplicada pela UFRJ, Mestra em Letras pela PUC-Rio, especialista em Gestão Empresarial (FGV) e Educação a Distância (UFF).

Siga a autora nas redes sociais:

Site: www.solimarsilva.com

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Instagram: https://www.instagram.com/professorasolimarsilva/

 

Confira abaixo entrevista exclusiva com a autora e conheça um pouco mais sobre ela!

– Como e quando surgiu a ideia de escrever seu primeiro livro, e qual foi?

Meu primeiro livro pela Editora Vozes foi o Dinâmicas e jogos para aulas de idiomas. Ele surgiu após perceber o desafio de termos atividades instigantes para ajudar os alunos de todos os níveis de língua estrangeira e mesmo em língua materna a desenvolverem competência ora, por meio de atividades significativas e lúdicas. Antes desse livro, eu havia publicado dois como autora independente. O primeiro, Felicidade de Presente, teve como base experiências como missionária em Portugal.

– Onde busca inspiração para os temas de seus livros?

Os livros pedagógicos surgem tanto dos estudos e minhas experiências como professora na sala de aula, como também das conversas com professores, especialmente da Educação Básica, nos vários estados do Brasil, seja por meio de visitas às escolas quando levo palestras e programas de treinamento e desenvolvimento de professores ou mesmo conversas nas redes sociais.

– Na sua opinião, qual o maior desafio que o professor enfrenta hoje na hora de ensinar aos alunos?

Poderia elencar vários desafios, que vão desde questões de infraestrutura física ou digital da maioria das escolas à necessidade de se atualizar constantemente. Contudo, creio que destacaria o desafio de se repensar o papel da escola, da educação e da própria profissão, a fim de que possamos acompanhar as mudanças e demandas que surgem em ritmo acelerado em nossa sociedade sem perder a essência da educação, como meio pelo qual asseguramos a formação e o desenvolvimento físico, intelectual, emocional e moral do ser humano.

– Em um de seus livros você fala sobre algumas atitudes importantes para que os professores tenham sucesso? Para você, o que é ser um professor de sucesso?

Retomo a apresentação do próprio livro 50 Atitudes do professor de sucesso, em que digo que o professor de sucesso é aquele que mexe com nossas mentes e nossos corações. Não basta conhecimento e cativar pela mente. Não basta só ser aquele professor gente boa. É preciso unir os dois lados. Ser professor é ser mestre, perito em uma área do conhecimento, pelo menos. E perito em lidar com gente levando-as a desejar aprender.

– Qual livro você considera leitura indispensável para os professores e professoras?

Acho que a leitura mais indispensável é aquela de que mais necessitamos no momento, seja leitura literária ou especializada. Em relação à docência, especificamente, creio que a gente deva fazer um inventário, listando as competências que ainda nos faltam, alguns dos saberes que precisamos dominar. Então, fazer um plano para estudarmos sobre aquele assunto por três, seis ou doze meses. Ou, pelo menos, buscar um livro sobre o assunto que sentimos necessidade de focar naquele instante. No geral, indico qualquer livro de Rubem Alves para a gente fazer cócegas nas ideias.

– Qual livro está lendo agora? 

Tenho o hábito de ler vários livros ao mesmo tempo – o que nem sempre é positivo, asseguro. Mas, no momento estou lendo alguns do Mia Couto por fruição. E, da área pedagógica, estou lendo três (e os três são da Editora Vozes. Sério, não havíamos combinado isso para a entrevista):

A psique adolescente, de Richard Frankel – embora escrito principalmente para terapeutas, aconselho a leitura para professores que lidam com adolescentes, porque nos convida entender a adolescência e seus desafios de forma mais profunda.

Gestão de ensino e práticas pedagógicas, de Adelar Hengemühle. Inclusive tivemos recentemente uma live com o professor Adelar no meu perfil do Instagram, @professorasolimarsilva, e convido a todos para assistirem. Ele generosamente mostra a relevância do Projeto Político Pedagógico e dá uma metodologia prática para que possamos repensar e (re)escrever o PPP de nossas escolas, de forma coletiva e com foco em metas claras.

Avaliando crianças com dificuldades de aprendizagem específicas – um guia prático para professores, de Gad Elbeheri, Gavin Reid e John Everatt. Como trabalho em turmas inclusivas, acho importante conhecer mais possibilidades de avaliar os alunos que possuem dificuldades de aprendizagem específicas de forma mais pautada em pesquisas e o livro é baseado em extensa referência bibliográfica e traz o conteúdo de forma bastante palatável e acessível para nós, professores da Educação Básica.

– Poderia contar para nós qual livro marcou sua vida e que vale a pena a leitura?

Mais uma vez, ficar em um título só vai ser missão impossível. Então, vou indicar dois:

– Negras Raízes, de Alex Haley, que resgata magistralmente as raízes profundas da escravidão e suas consequências. Embora tratando do contexto da escravidão nos Estados Unidos, sua leitura para todos nós é necessária para entendermos de forma mais completa o impacto da escravidão na História, na sociedade, na vida das pessoas.

– A menina que roubava livros tem uma narração impecável e inteligente. Apesar de não trazer muito o contexto histórico em si com muita profundidade, temos referências que ajudam na orientação da leitura. Quando o li, alguns anos atrás, lembro-me de ter pensado que queria ter tido a ideia de escrever uma história sendo narrada na perspectiva da Morte. Achei a ideia simples e, talvez por isso, genial.

 

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